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10 erros que um gestor não pode cometer em 2020

10 erros que um gestor não pode cometer em 2020
17:55 pm ,17 de janeiro de 2020

Às vezes, por modismo, o gestor começa a tomar decisões que aparentemente são corretas, mas devem ser realizadas com moderação e muita estratégia.

Após enfrentar um ano de grande pressão, 2020 promete! A economia está aquecendo, desemprego diminuindo e as taxas de juros no menor patamar. Tudo indica que este será um ano extraordinário. É justamente nesse cenário que o gestor não pode errar. “Na era digital precisamos ficar de olho para não cometer erros, que podem resultar em grandes perdas” ressalta o professor Isaac Martins, maior especialista em televendas e autor dos livros A Bíblia do Televendas e Máquina de Vendas por Telefone na Era Digital. A seguir, o professor Isaac lista os 10 erros que um gestor não pode cometer em sua gestão.

1- Ignorar a dinâmica do setor

Não adianta querer iniciar o ano com agressividade comercial e ações de marketing inéditas se o seu negócio é tradicionalmente conservador. Tentar alterar a dinâmica de um negócio pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso. “Às vezes, por modismo, o gestor começa a tomar decisões que aparentemente são corretas, mas devem ser realizadas com moderação e muita estratégia” alerta o professor. “Por exemplo, em alguns setores, reduzir os estoques ou deixar de ter lançamentos resultam em inibir as oportunidades comerciais”.

2- Desprezar a experiência obtida em 2019

É preciso otimismo, porém quando a emoção aumenta a inteligência diminui, Nos negócios essa frase faz todo o sentido. Avalie os acertos e erros cometidos, com isso crie processos para intensificar os acertos e evitar as falhas. “Uma análise baseada em dados fará com que o gestor seja mais racional do que emocional”, aponta Martins.

3- Ficar paranoico com o ano anterior

Como descrito no item anterior, isso é uma experiência superválida, porém não fique paranoico expondo os erros a cada momento. “Vejo gestores que em todas as reuniões repetem os erros cometidos, isso não é ser assertivo” explica Martins. O gestor tem que aprender com o erro e não ficar preso a ele.

4- Trocar os colaboradores por qualquer motivo

É preciso renovar o time, pois faz parte do crescimento e perenidade de qualquer empresa. No entanto, fazer isso sem o auxílio de um profissional de recursos humanos é um erro mortal. “Um erro comum que tenho observado são gestores colocarem toda a culpa da falta de resultados nos supervisores. Simplesmente acham que por trocar o supervisor os problemas vão acabar. Muitas das vezes o problema está no mercado, na política comercial da empresa e até nos processos internos” ressalta Martins.

5- Fechar os olhos para a concorrência

A concorrência por mais aguerrida que seja, é benéfica, faz com a sua empresa se preocupe constante com várias facetas do negócio, desde produção à política comercial. O gestor tem que parar de arrumar justificativas e reclamações e analisar como, por que, quando e onde os concorrentes têm conseguido ser melhor do que a sua companhia. Reclamações e nervosismo só dificultam ter uma visão estratégica do negócio.

6- Marketing fraco

A era digital mudou completamente a forma de comunicação. As relações comerciais se transformaram nos últimos anos, os clientes são mais informados, atentos e o senso de crítica aumentou. “Clientes não aceitam qualquer produto ou serviço, eles buscam pelo melhor e escolhem os itens pelo menor preço” explica o professor. Uma companhia tem que ter um marketing forte, totalmente estratégico e menos institucional.

7- Não executar o planejado

Um levantamento divulgado na Revista Meio e Mensagem apontou que uma das maiores preocupações dos CEOs para esse ano é executar o planejado. O nome disso é a procrastinação. “Procrastinar causa um alívio temporário, mas fracasso no longo prazo,” expõe Martins, “é um dos maiores gaps das empresas. Então ao invés de criar um plano de negócio repleto de ações, foque em no máximo 3, a medida que for realizando vá substituindo”.

8 – Deixar de acompanhar os números

O CEO de uma grande companhia declarou: “confiar eu só confio em Deus, no demais me apresente dados”. “Dados mudam opiniões e ter um BI (termo inglês para Business Inteligenccie) na companhia ajudará demais nas tomadas de decisões”, continua Martins. “Na era digital, as decisões precisam ser tomadas com rapidez e de maneira mais precisa. Tenho implantado BI nas empresas e observo uma mudança significativa após a apuração dos dados, toda a companhia descobre onde e como melhorar”.

9 – Não treinar a equipe

Todos os especialistas consultados pela reportagem concordam em um aspecto, agora é o momento de qualificar a equipe. “Treinar fará com que a equipe se atualize, tenha uma nova visão mercadológica, mantenha o foco e motive os colaboradores”, afirma Elaine de Oliveira, diretora do Instituto Isaac Martins, empresa de desenvolvimento humano. “E hoje há várias formas, desde cursos exclusivos para a empresa realizada nas dependências da empresa a cursos on-line, onde você realiza a qualquer momento”, conclui Elaine.

10 – Deixar de ouvir os colaboradores

Cada vez mais a empresa deixará de ser apenas do dono para ser dos colaboradores. “Se a empresa busca perenidade e inovação, ela obrigatoriamente tem que ouvir seus stakeholders”, afirma Martins. E o principal público, envolvido em todo o processo são os funcionários. O professor Isaac sugere que a empresa Inicie criando um comitê de inovação com 7 colaboradores de várias áreas, com isso, a medida que as reuniões vão se aperfeiçoando cria-se um núcleo de trabalho para ouvir os colaboradores.

Esse ano será marcante, mas para isso, tudo vai depender da gestão do empreendedor. Por isso, vale meditar sobre esses pontos levantados, definir um plano de ação e “mão na massa”. Para auxiliar nesta construção, também é importante investir em qualificação.

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