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18º Festival de Bandas Roça’n’Roll

18º Festival de Bandas Roça’n’Roll
11:00 am ,20 de maio de 2016

A primeira edição do “Roça n’ Roll” foi realizada em 1998, com apenas duas bandas se apresentando em um pequeno rancho, às margens do Rio Verde, sem infraestrutura alguma. Com o sucesso surpreendente daquela “festa”, a produção resolveu não só dar continuidade ao projeto, mas ampliá-lo a cada ano.

Na 3ª edição, em 2000, foi montada uma estrutura simples ainda, mas com capacidade de suprir a demanda técnica do projeto naquele momento. Com a troca de local (optou-se pelo sitio engrenagem nas proximidades de Varginha), uma divulgação ampliada e uma otimização geral na estrutura do evento, houve um salto incrível na profissionalização dos produtores e músicos envolvidos.

Em 2007, o Projeto é carinhosamente apelidado de Roça`n`Roll a Expedição, e novamente um novo local, agora uma fazenda colonial, a Fazenda Estrela, às margens do Rio Verde – que permeia todo o sul de Minas -, a 7 km do centro de Varginha. Com grande potencial turístico, sua infraestrutura vem sendo incrementada a cada ano, acompanhando a trajetória do projeto.

O resultado não poderia ser outro: foi um grande sucesso, tornando-se referência – como é atualmente – para todo o público apreciador do rock em Minas Gerais.

Lá se foram 17 anos e, agora, o “Roça n’ roll” apresenta um currículo invejável: é fato, mais de 150 mil pessoas já passaram pelo festival. Virou tradição e o público espera ansiosamente a sua realização. Fator importante, o projeto sempre buscou oferecer bastante segurança e muito conforto, principalmente por propiciar aos fruidores uma paisagem magnífica, em meio a tanta exuberância natural da Fazenda Estrela, margeada pelo Rio Verde, histórico por alimentar gerações de famílias naquela região. Datada do século XVIII, a fazenda é um espetáculo à parte: tem sua estrutura original mantida, o que aumenta a responsabilidade da produção do projeto. Ao apropriar-se de um ambiente histórico-cultural para a realização de um projeto de rock n’ roll e conceber uma ação bem sucedida, a produção acaba comprovando que os “misturalismos conceituais” que a contemporaneidade permite são necessários.

A parte artística do projeto não deixou por menos, tendo acompanhado o mesmo ritmo do crescimento da estrutura. Na primeira edição eram duas bandas, na quinta já eram doze e, na última expedição – em 2015 – o festival foi realizado em dois dias, com mais de 20 bandas participantes de todo o país, selecionadas pela curadoria do projeto.

Pelos palcos do Roça n’ Roll já passaram renomados grupos, dentre eles Ratos de Porão, RDP, Korzus, Tuatha de Danann, Velhas Virgens, Salário Mínimo, Sepultura, Cartoon, Kernunna, Angra, Shadyon, uma banda francesa especialmente convidada para a 8ª expedição, quando veio ao Brasil pela primeira vez, e, dentre outras, contou com o precioso espetáculo do “Cathedral”, recentemente, banda inglesa que também viera ao Brasil pela primeira vez. Os palcos do Roça n’ Roll tremeram. Um grande destaque, ainda, foi a parceria com o festival de Wacken (o maior festival de heavy metal da Europa e parceiro do Roça n’ Roll), com a apresentação de 21 bandas de 17 estados brasileiros na edição 2011, além das ousadas surpresas nos últimos anos apresentando as renomadas bandas Orphaned Land( Israel); Rotting Christ( Grécia); Grave Digger(Alemanha); Grave(Suécia) e Samael(Suíça).

Além de oferecer ao público espetáculos de altíssima qualidade, o projeto ainda gera representativa movimentação financeira na cidade, oferecendo cerca de 300 empregos diretos para a realização do projeto.

O “Roça n’ Roll” está inserido, inclusive, no calendário oficial de turismo do estado, demonstrando sua importância para toda a região. Ademais, ressalta-se que o “Roça n’ roll” sempre teve a preocupação em gerar benefícios à comunidade e ao seu entorno, mas não apenas no aspecto financeiro. Os organizadores sempre acreditaram que o envolvimento de maior quantidade de pessoas é a certeza de geração de novas propostas coletivas, que tenham a pretensão de desenvolver a comunidade em âmbitos culturais, sociais, educacionais, econômicos e turísticos.

Percebeu-se, ao longo de suas edições, que um grande projeto não se sustenta se não houver a valorização das novas gerações. Dessa forma, na 11ª expedição foi criado o “Work Roça – Formação de novos artistas”. De lá pra cá, a ação deu tanto certo, que já formou mais de 300 jovens e passou a se chamar “CAMP – Criação, Apreciação musical e Performance”, pois os cursos foram ampliados e a proposta se aliou a diversas Entidades Filantrópicas – que recebem doações de todos os alimentos arrecadados nos cursos, tendo já sido repassadas mais de três toneladas -, além da Secretaria Municipal de Educação (zona rual) e do Conservatório Estadual de Música, que gentilmente colaboram na seleção dos alunos. Dentre outras atividades, o projeto vem trabalhando os conceitos de sustentabilidade com os jovens, com reaproveitamento de material para construção de novos instrumentos.

Objetivos:
O Roça n’ Roll é um projeto que ocorre anualmente em Varginha, no sul de Minas, com uma média de 20 bandas de todo o Brasil e que já faz parte do calendário turístico e musical do estado há 17 anos. Ao longo desse período, virou rota certa para os amantes do rock, sendo que mais de 150 mil pessoas já presenciaram os espetáculos. Com um público cada vez mais fiel e numeroso, pretende-se celebrar, em 2016, a sua 18ª edição.

Consolidando-se gradativamente a cada ano, o festival – que é reconhecido como o maior e mais importante evento de Rock n’ Roll de Minas Gerais – pretende não apenas manter, mas ampliar sensivelmente as atividades que vêm sendo oferecidas. Continuará sendo realizado na Fazenda Estrela, às margens do Rio Verde – que permeia todo o sul de Minas -, a 7 km do centro de Varginha. Com grande potencial turístico, sua infraestrutura vem sendo incrementada a cada ano, acompanhando a trajetória do projeto. Será mantido um grande estacionamento para carros e ônibus, uma de área gratuita para camping, três palcos (sendo que um deles será a “tenda combate”, onde duas bandas duelam aos olhos do público), dois camarins e uma grande tenda, compreendendo praça de alimentação e uma feira de produtos artesanais e alimentícios típicos da região.

Tendo como maior enfoque a valorização do artista, da música e do rock, o projeto se faz o único do gênero em todo o país. Com esta proposta, mais de 200 bandas de todo o país já passaram pelos seus palcos.

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