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4 mitos da transição capilar

4 mitos da transição capilar
14:00 pm ,12 de julho de 2017

A transição capilar é aquele momento em que a pessoa desiste de manter os cabelos alisados especialmente por meio de processos químicos. Isto pode acontecer por vários motivos: ela pode se cansar do trabalho e do custo para manter os cabelos lisos ou simplesmente estar com vontade de mudar, assumir o cabelo natural e suas raízes.

As dúvidas que muitas mulheres têm relacionam-se aos procedimentos durante o tempo em que o cabelo estará meio liso e meio crespo, por isso, vamos desvendar alguns mitos e verdades sobre essa fase de mudança.

É só deixar crescer naturalmente?
Infelizmente, não é assim tão simples. O cabelo tratado quimicamente precisa ser hidratado e nutrido de maneira correta para ficar bonito e saudável. É recomendável a realização de um cronograma capilar durante a transição.

Isso é necessário porque a parte nova do fio é forte, enquanto a parte antiga está danificada e enfraquecida. Mudanças de hábito também podem ser necessárias, como não lavar o cabelo todos os dias, mas apenas três vezes por semana. Assim, temos passos imprescindíveis nesse processo:

Nutrição;
Hidratação;
Reconstrução.

Cabelos crespos demoram mais para crescer
Esse é um mito bastante comum e que está mais associado à característica dos cabelos crespos em si do que ao processo de mudança. Nota-se que o cabelo, independentemente do tipo, cresce cerca de 1 a 1,5 centímetro por mês.

O que acaba acontecendo é que o cabelo liso “cai” mais rápido para o ombro e para as costas, dando a impressão de crescer mais rápido. Em compensação, o cabelo crespo é bem mais poderoso quando a questão é volume.

Vou gastar uma fortuna em produtos?
Não necessariamente. Muitos dos produtos utilizados durante o processo podem ser achados com facilidade e com preços convidativos. O importante é fazer a transição de forma correta e com paciência, já que os cabelos não irão voltar naturalmente devido ao excesso de química.

Em muitos casos, dá até para gastar menos do que antes, já que as visitas ao cabeleireiro para fazer os alisamentos diminuirão e os produtos para manter o cabelo liso não serão mais adquiridos.

Big chop agiliza o processo
Infelizmente, se trata de um mito. Não há muito como negociar com a natureza nesse caso, e a paciência é fundamental para quem quer voltar ao cacheado natural dos cabelos.

O big chop, processo em que os cabelos são cortados no limite entre os antigos e os novos, só é uma opção para quem está disposto a exibir penteados bem curtos por algum tempo.

O big chop será necessário por um certo período, mas fazê-lo antes da hora é pura questão de opção. Para quem não está pronto para os looks mais curtos, o jeito é recorrer a técnicas de texturização durante o processo, principalmente naquela hora em que uma produção mais caprichada se faz necessária.

A transição tem sido bastante procurada e deve permanecer em alta nos próximos anos. São de sete a 10 meses – ou um pouquinho menos – para quem realizar o big chop mais cedo.

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