Image Image Image Image Image Image Image Image Image Image
Scroll to top

Top

5 lições de negócios que os japoneses podem ensinar

5 lições de negócios que os japoneses podem ensinar
16:00 pm ,5 de outubro de 2017

Os brasileiros têm muito o que aprender com os japoneses. É o pensamento que Lilian Bertin teve após viajar ao Japão, onde palestrou para mulheres que vivem no país. Além de ensinar o que sabe sobre Coaching, PNL e sua experiência adquirida ao longo dos mais de 25 anos de empreendedorismo. “É incrível a quantidade de coisas que podemos aprender com os japoneses e aplicar no mundo dos negócios por aqui”, conta Lilian, que também acumula as funções de esposa, mãe e avó, que exigem a mesma energia dispensada às empresas que comanda.

1. Tenha rigorosidade com o horário
Os japoneses são muito rigorosos com o horário e se preocupam muito em não atrasar. Isso, segundo Lilian, não é apenas uma questão de iniciar as reuniões no momento combinado. “Como eu li em um livro do T. Harv Eker, você faz tudo da maneira que faz uma única coisa”. Segundo a palestrante, que destaca que a simples arrumação dos armários de roupa já permite novas energias e atitudes, a preocupação com o horário reflete em uma posição de liderança. “Se você se preocupa tanto com o horário, você lidera as suas ações com consciência e passa a estar no controle”, conta. “Essas pequenas atitudes isoladas definem nossas vidas”, garante.

2. Respeite o dinheiro
“Fiquei impressionada com o fato de devolverem o dinheiro com as duas mãos e colocarem no pratinho”, relata Lilian, que também conta que a senhora Takako, que conheceu por lá, lhe deu um porta-moedas. “Nós brasileiros muitas vezes não valorizamos as moedas, mas se você guardá-las todos os dias, poderá ter uma grande surpresa”, reforça, lembrando que olhar para cada centavo com respeito e cuidado promove uma relação muito melhor com a prosperidade.

3. Trabalhe pelo prazer de agradar e não por gorjetas

Lilian conta que, no Japão, gorjetas não são aceitas. “Elas consideram qualquer dinheiro ‘por fora’ como uma desonra”, conta a empreendedora, que considera isso um ensinamento muito importante. “O fato de ser ofensivo para o trabalho que a pessoa está prestando mostra que eles querem agradar e prestar um ótimo trabalho independentemente da posição que ocupam”, interpreta Lilian Bertin, que conclui também que é muito importante entregar mais do que o trabalho esperado, indo além do que aquilo pelo qual somos pagos. “Se você dá sempre além do que esperam de você, as pessoas sempre vão lembrar do seu nome”.

4. Valorize o cartão de visitas e o networking
Lilian conta que os japoneses guardam um enorme valor pelo cartão de visitas, chamado por eles de meishi. “É um país para você visitar com cartões”. A empresária destaca o quanto o valor pelo cartão garante uma ótima rede de networking. “O respeito deles pelo cartão reflete o respeito pelas pessoas”, explica, destacando o ritual de cuidados que se deve ter com o meishi. “Além de ser necessário carregar um porta-meishi, é importante apresentar seu cartão com as duas mãos, com o seu nome virado para cima, e se for para receber primeiro o de outra pessoa, entregue o seu um nível abaixo”, ensina Lilian, que conta que existem algumas outras sugestões de etiqueta. “Se estiver numa mesa de reunião, coloque o cartão da pessoa mais importante sobre o seu porta-meishi e os outros ao lado, por ordem de hierarquia”.

O grande ensinamento desse ritual dos cartões tem relação com humildade e entrega de valor no processo de networking. “Em vez de dizer que precisa falar com uma pessoa, você pode explicar que precisa de uma ajuda”, conta a empresária. “Se você quer realizar seus sonhos e precisa de ajuda, torne-se uma pessoa interessante e ofereça a ajuda primeiro”, conta. “Temos que aprender a dar antes de receber. Nunca vi uma colheita de qualquer alimento sem a plantação antes”, resume.

5. Trabalhe o que for necessário
Lilian conta que, assim como no Brasil, os japoneses trabalham bastante. Segundo ela, é possível aprender muito com as horas “extras” dos japoneses. “Em vez de reclamar do cansaço, eu te convido para dedicar horas extraordinárias para realizar seu sonho”, destaca a empreendedora, que diz que é preciso muita resiliência para conseguir alcançar o que se deseja. “O tempo vai passar de qualquer forma, você realizando seu sonho ou não”, provoca. “Não queira entrar para a estatística de pessoas que chegam ao fim da vida e não realizaram nada do que gostariam. Faça acontecer”, conclui.

Comentarios

Comentarios

Copyright © 2015 WEspanha. Todos os direitos reservados