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A falta que faz um belo chapéu

12:07 pm ,4 de novembro de 2013

por Alessandra Espanha

O Brasil apresenta o clima superumido com características diversas. No território mineiro o clima que predomina é o tropical de altitude, além de apresentar o tropical. Ok, nenhuma novidade e minha coluna não é de geografia. Mas é por conta de todo este calor que realmente fico por entender o porquê de não usarmos chapéus no dia a dia.

No Brasil já houve uma época em que esse acessório era obrigatório. Desde a época do Império até, pelo menos, os anos 40, todas as mulheres deveria sair às ruas de chapéu. E eles eram lindíssimos, sempre combinando com a roupa.

Claro que não estou propondo aqui um remake de outras épocas. Esse não é o caso. Mas atualmente temos modelos belíssimos disponíveis no mercado e não há porque não inclui-los ao nosso dia a dia, com o brilhante sol que temos no país. Além de linda, ficamos protegidas.

Um dos modelos mais fáceis que eu gosto de combinar com roupas casuais é o “Panamá”. Ele é o que melhor combina com todos os rostos e estilos.

Simples e elegante, é o complemento ideal de um look casual. Quando usado em cores vibrantes contrasta com um belo jeans, camiseta branca e, claro, um belo salto alto.

Já o modelo “Fedora”, aquele que ultimamente ficou cool, fabricado originalmente em feltro, tem a aba um pouco mais estreita que o Panamá. Usa-se a parte de trás levemente para cima. Ele deixa o formato da cabeça mais bonito e dá um ar de modernidade ao seu estilo. Este também é bem fácil para compor um belo look.

Mas nem só de Panamá vive o mundo dos chapéus. Existem diversos modelos do acessório, incluindo aí, por exemplo, boinas. Se você é adepta do acessório ou quer passar a ser, seguem algumas dicas que podem ser úteis.

1. O chapéu não deve combinar com sua roupa. Eles funcionam melhor como ponto de contraste nas cores ou texturas com o que se veste. Para uma ocasião elegante, é importante provar a roupa com o chapéu para sentir o efeito total.
2. Contraste também com o formato do rosto: formas arredondadas suavizam traços angulosos (rosto quadrado ou triangular) e os modelos geométricos favorecem os rostos redondos.
3. Chapéu glamoroso não está na moda. Quanto mais casual, melhor o efeito. Simplicidade é o chique.
4. A melhor cor vai depender de cada pessoa. Para quem não quer dar muito destaque ao chapéu, o ideal é a cor próxima ao tom do cabelo e que combina com todas as roupas. Os neutros, cor palha, por exemplo, também são boas opções.
5. Chapéus com abas ficam melhor em cabelos curtos, médios ou presos, mas podem ser usados com os cabelos soltos. Modelagens sem aba como as boinas e bonés ficam bem com cabelos longos e soltos.

O tipo ideal para cada rosto

Rosto oval
O chapéu deve ter aba e copa proporcionais.

Rosto triangular
Prefira usar chapéus com abas e copas menores. Se usar um chapéu com abas grandes, vai aumentar a desproporção da parte de cima do rosto com a parte de baixo.

Rosto alongado
O ideal para os rostos alongados são chapéus com copa média ou baixa. A copa alta ou muito alta, não é indicada, pois alongaria ainda mais o rosto.

Rosto quadrado
Chapéus de abas maiores ficam melhores em rostos quadrados. O ideal são chapéus com copa alta e aba mais larga. A pessoa com essa característica costuma ter o rosto um pouco menor verticalmente e um pouco maior horizontalmente, em relação a outras pessoas. Por isso, um chapéu com copa média ou média-alta e abas maiores é ideal.

Rosto arredondado
O ideal para esse tipo de rosto são chapéus com copa de média a alta e aba proporcional. Uma mulher de rosto redondo jamais deverá usar um chapéu tipo cloche, pois vai arredondar ainda mais a face.

Gostou? Voilá! Inclua esse estiloso acessório ao seu dia a dia.

Um breve histórico dos chapéus
O chapéu “Panamá” nasce em apenas um lugar do mundo: no Equador. Os chapéus são produzidos há mais de 1000 anos por índios Incas manualmente e podem levar de 2 dias a 6 meses para ficarem prontos, dependendo do chapéu.

O adereço ganhou o nome “Panamá” no início do século XX, quando os franceses e americanos, que participaram das obras de construção do Canal do Panamá, começaram a imitar os trabalhadores locais, usando os chapéus para se protegerem do calor e da umidade. Ao retornarem a seus países, eram perguntados de onde vinham aqueles chapéus e respondiam: do Panamá!

A fama dos chapéus Panamá aumentou quando o então presidente dos Estados Unidos, Theodore Roosevelt, fez uma visita às obras do Canal e apareceu nas capas dos jornais americanos com o chapéu.

Outro ícone que não poderia deixar de mencionar é Coco Chanel. Chanel iniciou sua carreira como estilista de belíssimos chapéus que podem ser usados até os dias atuais e em grandes eventos, jóquei clube e casamentos.

Por volta de 1910, na capital parisiense, Coco Chanel abriu a sua primeira loja de chapéus. A loja Chanel iria tornar-se num sucesso e apareceria nas revistas de moda mais famosas de Paris. Em seguida, Gabrielle abriu a primeira casa de costura, comercializando também lá belíssimos chapéus.

Foi com a nobreza e sua necessidade de mostrar seu status social que se criou os primeiros turbantes, tiaras e coroas. Mas as primeiras “proteções para cabeça” foi inventada pelos gregos por volta do ano 2000 a.C.  Desde Napoleão Bonaparte, com seu chapéu e bengala, é utilizado pelos governantes e realezas de todo o mundo.

Na sessão de fotos feitas pela fotógrafa Leandra da R&A FOTO E VÍDEO você confere algumas cores do chapéu modelo Panamá.

Beijos!

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