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Como funciona o desenvolvimento de aplicativos para empresas?

Como funciona o desenvolvimento de aplicativos para empresas?
14:00 pm ,8 de novembro de 2018

Os dispositivos móveis chegaram para ficar no cotidiano dos brasileiros e têm sido a forma mais recorrente de acesso à internet para a maioria da população. Dados do último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que em 92,2% dos domicílios do país com acesso à rede os celulares são utilizados para a conexão. Esse cenário motiva cada vez mais empresas a desenvolverem aplicativos próprios para atender ao consumidor.

O objetivo de um app deve ser oferecer ao usuário aquilo que ele precisa da maneira mais agradável possível. Ou seja, não basta ter excelência em funcionalidades, mas precisa ser intuitivo e tornar-se facilmente utilizável, tornando-se a opção mais vantajosa ao consumidor.

“Antes de desenvolver um aplicativo, é preciso estabelecer quais informações e ferramentas estarão disponíveis. No entanto, isso não é o bastante. É fundamental que a experiência com o app traga vantagens em relação à utilização do site ou de outros canais oferecidos pela empresa”, assinala Vinicius Gallafrio, CEO da MadeinWeb, empresa de tecnologia com foco em desenvolvimento de aplicativos.

Gallafrio destaca ainda que o desenvolvimento deve ser baseado na experiência atual do usuário, em preferências, e na maneira como isso pode ser facilitado e incentivado. “Antes de fazer o projeto do app, avalie a forma como seus usuários navegam e busque formas de deixar as suas áreas de interesse em evidência e com diferenciais chamativos”, assinala.

Quais são as etapas de desenvolvimento de um app?

O planejamento é a base de todo o processo. Estabeleça o modelo ideal do aplicativo, com
todo o conteúdo e com todas as ferramentas que ele precisa ter. A ideia é ter um material bruto, com as informações necessárias e com as funções específicas que precisam ser realizadas em cada segmento – a identificação do usuário para armazenamento de informações essenciais, ambiente de vendas, contato com a empresa e promoções são exemplos das ferramentas que se pode considerar.

Em seguida, é hora de organizar tudo isso de maneira esquemática. Quais os botões e abas que o aplicativo terá e qual o conteúdo de cada seção são as primeiras definições que precisam ser feitas, para que se possa ter ideia do volume de dados e informações que serão inseridas. Também é interessante fazer um briefing daquilo que se espera do design gráfico do aplicativo, para determinar se ele está bem desenvolvido ou se ficará vazio ou cheio demais.

Para Gallafrio, essa etapa precisa ser feita com base em dados de utilização atual, de funcionalidades oferecidas ao público e nas novidades que serão implantadas. “Funções já existentes em um site podem ter soluções mobile muito mais simples e conjugadas, o que reduz os passos de realização de cada tarefa e o número de cliques necessários para isso, o que é uma métrica essencial no desenvolvimento de aplicativos”, explica o empresário.

Em seguida, é hora de escolher a empresa ou a equipe que irá colocar tudo isso em prática. O desenvolvimento interno na própria empresa deve ser considerado quando existem profissionais de diversas áreas trabalhando em conjunto e que possuam a expertise necessária para a tarefa. “Gerentes de projeto, designers, arquitetos da informação, programadores e testers são alguns dos profissionais necessários para o desenvolvimento de um aplicativo. A menos que a empresa já tenha especialistas em todos os segmentos necessários, vale mais a pena optar por um desenvolvimento externo”, alerta Gallafrio.

Na hora de escolher a empresa desenvolvedora, também é preciso ter cautela. Como quem deseja desenvolver o app, muitas vezes, pode querer modelos e ferramentas que não são as mais funcionais ou vantajosas, é essencial agendar uma reunião de alinhamento. Com o briefing em mãos, a empresa deve apresentar ao usuário tudo se espera e ouvir as suas ideias para incorporar as soluções mais vantajosas.

Com o aplicativo em desenvolvimento, é necessário testar as suas funcionalidades à medida em que o app toma forma e começa a ser utilizável. Nas fases finais de teste, pode valer a pena pedir que pessoas de diferentes perfis compartilhem da experiência, permitindo uma identificação mais profunda dos pontos que precisam de ajustes.

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