Image Image Image Image Image Image Image Image Image Image
Scroll to top

Top

Ensaio Boudoir: a delicadeza da sensualidade

Ensaio Boudoir: a delicadeza da sensualidade
16:00 pm ,28 de junho de 2017

Você já viu ou ouviu falar do ensaio Boudoir? O termo tem aparecido cada vez mais no mundo da fotografia, mas ele não é exatamente novo. Na verdade, a palavra francesa – que deve ser pronunciada com algo próximo a “buduá” – remete aos antigos quartos de banho e de vestir das mulheres, ou seja, tem uma grande proximidade com a intimidade feminina.

Porém, um ensaio Boudoir, ao contrário do que muitos pensam, não é um ensaio nu. Na verdade, o resultado das fotos deve mostrar a mulher em seus momentos mais íntimos, com uma aura de sensualidade. O resultado precisa ser verdadeiro, o que exclui o uso de correções com photoshop, afinal, a mulher deve se reconhecer nas fotos.

A sensualidade nas fotos é mais implícita que explícita. O boudoir, na maioria das vezes, é feito em espaços fechados, ou até mesmo locações, como o estúdio do fotógrafo ou um quarto de hotel. Isso porque o ensaio deve ser um registro da aura sensual que envolve a relação da mulher com a sua intimidade e com aquilo que a representa. Porém, com delicadeza.

O termo Boudoir, na fotografia e no cinema, já era usado nos anos 1920 a 1940, mostrando as mulheres em seus quartos de vestir ou de banho. É a época daquela sensualidade “clássica”, implícita que acompanha a exposição de lingeries e algumas partes do corpo.

A moda também trouxe o termo à tona no final da década de 90 ao trazer para as passarelas roupas com inspiração nos corselets, cintas-ligas e meias finas como peças de vestuário comum e não somente como “roupas de baixo”.

Nem todo ensaio sensual é um ensaio “boudoir”, pois eles têm focos diferentes. O boudoir certamente tem uma sensualidade envolvida, mas ela não é o foco principal da foto ou do ensaio. São pequenos detalhes que dão um toque especial e diferenciado ao ensaio boudoir.

Esse tipo de ensaio requer um conhecimento do fotógrafo que vai além da técnica fotográfica. O profissional deve ser bom em entender e se conectar com pessoas. E essa é a maior especialidade da Mari Ribeiro, que escolheu a fotografia como profissão, mas que tem a psicologia como sua formação.

Entre em contato e faça o seu orçamento.

Comentarios

Comentarios

Copyright © 2015 WEspanha. Todos os direitos reservados