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Franquias: Como se comunicar com sua rede?

Franquias: Como se comunicar com sua rede?
16:00 pm ,4 de dezembro de 2018

Manter a mesma linha de produtos e de atendimento, uma cadeia logística eficiente, uma rede de fornecedores que não te deixe na mão e, acima de tudo, um consumidor que entenda tudo isso e que te ame de paixão. Um verdadeiro Nirvana de todo o empreendedor, especialmente daquele que optou pelo mercado de franquias.

Mas, mesmo com tudo isso, especialmente nesse setor, existe um fator que foge à regra geral e que vai além desse cenário ideal: a rede franqueada precisa de comunicação interna. Franqueado e franqueador precisam falar a mesma língua e isso é tão ou mais importante do que o seu principal produto no ponto de venda, seja ele qual for.

E é fácil explicar os motivos.

Uma rede que não se fala e que não trabalha unida costuma remar em direções opostas ao interesse geral da franqueadora. E, por incrível que pareça, muitas vezes isso quer dizer um desvirtuamento completo da própria cultura da marca, o que deveria ser o coração do negócio. Grandes redes já desapareceram por esse motivo.

Afinal, foi esse tipo de coesão de produtos, serviços, marca e consumidores que fez surgir as primeiras experiências desse modelo no mundo.

Pense bem. Você mesmo certamente já provou – e aprovou, ou não – o mesmo hambúrguer em lugares diferentes, a mesma roupa, o mesmo perfume, o mesmo atendimento. Esse é o resultado, entre outras coisas, da comunicação interna eficiente da rede.

A boa notícia é que cada vez mais temos à disposição os canais necessários para fazer fluir a informação. Seja por um grupo simples de WhatsApp, um canal online, uma newsletter, uma intranet ou mesmo por um LinkedIn eficiente, as ferramentas estão aí para quem quiser usar, inclusive os colaboradores, que também têm cada vez mais à disposição programas de treinamentos e capacitação.

Ou seja, não há desculpas para tropeçar nesse tema.
Se há ruído, provavelmente ele está no processo da comunicação, esse sim um funil complicado, capaz de gerar ruídos muito graves às marcas.

E engana-se quem acha que, na ponta, o colaborador não percebe essa falha. Percebe e, pior, compartilha.

Sim, as ferramentas também estão à disposição de seus clientes. Já pensou nisso?

Por Ricardo Pinheiro, Diretor da PressTexto Comunicação

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