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Infecção dentária pode ser confundida até com sinusite

Infecção dentária pode ser confundida até com sinusite
15:00 pm ,9 de abril de 2018

Do nada uma pessoa começa a sentir dor na região da maçã do rosto. A princípio, ela procura um otorrinolaringologista por pensar que se trata de uma sinusite – condição em que as cavidades em torno das vias nasais inflamam. Ela pode até dar início ao tratamento da doença – que geralmente inclui soluções nasais, corticoides e antibioticoterapia. Mas o problema persiste, porque na verdade a ‘sinusite’ estava mascarando uma infecção endodôntica. Isso é mais comum do que se pensa e os dentistas estão cada vez mais alertas.

De acordo com a cirurgiã-dentista Juliana Dornelles, da Clínica Beleza do Sorriso, através de um raio-X panorâmico é possível visualizar uma infecção endodôntica. “São casos que ainda nos intrigam, porque o paciente geralmente tem canal tratado há um bom tempo e não apresenta sintomas iniciais – portanto, os primeiros sintomas são tardios e ele também demora em relatar o problema ao dentista. Durante o exame clínico, é comum identificarmos uma coloração mais forte na gengiva que reveste o local da infecção, bem como mobilidade dentária e odor característico.”

Na opinião da especialista, cabe ao cirurgião-dentista analisar detidamente as condições clínicas do paciente antes de optar entre o tratamento conservador e a extração dentária seguida de implante. “Pessoas com idade avançada ou com a saúde debilitada são fortes candidatas à extração. Devido à cavidade oral ser uma fonte de infecção, é fundamental assegurar que o problema foi debelado. Afinal, estudos mostram uma clara relação entre infecção oral e doenças sistêmicas – desde uma sinusite até uma meningite (inflamação da membrana que reveste o cérebro), endocardite (inflamação do músculo cardíaco) ou ainda um reumatismo. Embora sejam raras, essas ocorrências são possíveis, graves, e devem ser prevenidas”.

Há estudos, ainda, que relacionam o material utilizado no tratamento de canal com a possibilidade de uma eventual infecção posterior – muitos anos depois. Substâncias como o magnésio e o silicone, por exemplo, podem desencadear uma reação ao corpo estranho que se converte em infecção periapical com o passar do tempo. A infecção localizada na região onde fora tratado o canal deve ser eliminada o quanto antes, garantindo que as estruturas próximas sejam devidamente preservadas – bem como a saúde e o bem-estar geral do paciente.

Consulte seu dentista e lembre-se, a prevenção é a melhor forma de tratar qualquer coisa. Este texto é uma recomendação da Dra. Juliana Comunian. Agende uma consulta:

Dra. Juliana Comunian
(35) 3221-6897
Rua Alberto Cabre, 63, Vila Pinto – Varginha/MG

Fontes: Dra. Juliana Dornelles, cirurgiã-dentista da Clínica Beleza do Sorriso, em São Paulo.

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