Image Image Image Image Image Image Image Image Image Image

Scroll to top

Top

Na hora de comprar, brasileiro escolhe até três parcelas

Na hora de comprar, brasileiro escolhe até três parcelas
11:00 am ,29 de julho de 2016

Com a instabilidade econômica ainda pautando as decisões dos consumidores e varejistas brasileiros, a venda à vista ou com poucas parcelas torna-se a modalidade preferida de pagamentos. As transações feitas em até três vezes tiveram um crescimento de 14% no primeiro semestre de 2016.

A conclusão é da pesquisa informativa realizada pela Equals, especializada em gestão e conciliação de vendas com cartões de crédito e débito. A empresa analisou as transações de 7 mil pontos de vendas (físicos e online), espalhados em todas as regiões do Brasil no primeiro semestre de 2016. O levantamento processou 109 milhões de transações, com um total de R$ 19,1 bilhões em vendas.

A opção de parcelamento em até três vezes foi a mais utilizada no período, correspondendo a 56% das transações – no primeiro semestre de 2015, por exemplo, foi de 49%. “A redução do poder de compra do consumidor faz com que a maioria das pessoas fuja das taxas cobradas pelos cartões, além do próprio lojista estimular a venda à vista por conta do custo menor”, confirma Fabrício Costa, diretor de novos negócios da Equals.

Dessa forma, o custo financeiro (valor pago pelos lojistas às operadoras de cartões) teve uma ligeira queda no primeiro semestre de 2016. As vendas em uma parcela tiveram uma taxa de 1,40%, contra 1,44% no mesmo período de 2015. Já as transações feitas em dez parcelas ficaram em 2,22%, ante 2,25% no ano passado. Na média, os primeiros seis meses tiveram um custo médio de 1,87% – em 2015 foi de 1,99%.

Antecipação de recebíveis

O recurso, que faz a empresa receber à vista suas vendas parceladas, registrou pouca variação entre 2015 e 2016. No primeiro semestre deste ano, a taxa média das operações foi de 2,64%, contra 2,60% no ano anterior. Já o volume antecipado atingiu 41% do volume de vendas no período, ou seja, R$ 7,8 bilhões – um pouco menos do que em 2015, quando correspondeu a 43% do total.

“O levantamento percebeu uma redução considerável nas antecipações de recebíveis a partir do segundo trimestre deste ano. Isso indica que após um começo de ano difícil e com muitas contas, o fluxo de caixa das empresas parece estar retomando o fôlego para o segundo semestre”, conclui Costa.

Comentarios

Comentarios

Copyright © 2015 WEspanhaTodos os direitos reservados