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Número de pessoas físicas investindo na bolsa de valores é inédito no Brasil

Número de pessoas físicas investindo na bolsa de valores é inédito no Brasil
17:19 pm ,28 de novembro de 2019

“Muitas pessoas ainda tem muitas dúvidas, especialmente no controle e acompanhamento dos seus investimentos”

A constante queda nas taxas de juros brasileiras tem feito mudanças profundas no comportamento dos poupadores, que tem feito uma verdadeira “corrida” para a bolsa de valores, obtendo cada vez mais conhecimento sobre finanças, especialmente através da popularização do tema nas redes sociais.

O presidente Jair Bolsonaro sinalizou, recentemente, que ainda há espaço para maior redução na taxa, que vem caindo constantemente em seu governo, demonstrando a sua “torcida” por uma redução no custo do crédito no Brasil. Apesar de não ser responsável pela sua queda, o presidente demonstra estar atento: “Todo mundo fica curioso, querendo saber se vai baixar, se não vai baixar. Eu também fico, mas não falo nada. A minha torcida é sempre para diminuir. Torcida, está certo?”, acrescentou, em uma transmissão em rede social ao lado do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, no último dia 14.

Os principais títulos públicos e privados de renda fixa (inclusive a poupança), são indexados na taxa Selic, a taxa básica de juros. Com constantes reduções, estes títulos apresentam rendimentos cada vez menores, inclusive, perdendo para a inflação, levando os investidores à buscar alternativas mais rentáveis, como investir em ações na bolsa de valores.

O número de pessoas físicas investindo na bolsa, tem batido recordes – mês a mês. Em divulgação mais recente da B3, existem 1.536.216 investidores (pessoa física) na bolsa. Um número fascinante, especialmente se considerarmos que no início de 2019, existiam apenas 813.291 cadastros na bolsa. Se considerarmos que este levantamento não leva em conta o último trimestre do ano, podemos concluir que o número de investidores na bolsa brasileira praticamente dobrou no último ano.

A chegada destes milhares de brasileiros na bolsa, também gera bastante preocupação. Especialmente aos mais conservadores, que costumavam investir apenas na poupança ou em ativos de renda fixa.

A principal preocupação destes novos investidores, é no controle destes investimentos. Bruno Mascarenhas, sócio da Eleve (www.eleve.tk), uma plataforma de acompanhamento pessoal de investimentos recém lançada no Brasil, diz que essa é uma das maiores dores de cabeça dos novatos: “muitas pessoas começaram a investir esse ano, motivadas pela queda nas taxas de juros, pela popularização da educação financeira na internet e a facilidade na compra de ações, fundos imobiliários, e outros ativos. Mas muitas pessoas ainda tem muitas dúvidas, especialmente no controle e acompanhamento destes ativos, e de sua rentabilidade. A nossa ferramenta foi criada para democratizar o controle de investimentos e, as ferramentas básicas de gestão da carteira, são gratuitas”.

Além da ferramenta para controle de investimentos, a Eleve também oferece muitos artigos e conteúdo gratuito para os iniciantes na bolsa. “Nossa missão é levar educação financeira para todos que ainda não começaram a sua jornada de investimentos, especialmente neste momento ímpar, onde a poupança perde rentabilidade para a inflação”, diz Mascarenhas.

Com iniciativas assim, o Brasil tem caminhado a passos largos para ter uma população mais antenada em relação ao mercado financeiro e, consequentemente, mais próspera e consciente.

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