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O streaming e a nova gama de possibilidades na palma da mão

O streaming e a nova gama de possibilidades na palma da mão
15:00 pm ,10 de abril de 2019

Em 2016 o número de assinantes de streamings aumentou um ponto percentual, de 96% para 97% comparado ao ano anterior 2015. Existem dois tipos de serviço de streaming: Streaming on demand, acontece quando filmes, séries, documentários ou até mesmo músicas de artistas ficam salvos em um servidor que é uma espécie de pen drive online e a empresa responsável por ele cobra uma taxa para fornecer o acesso, essa situação acontece com a Netflix e Spotfy, por exemplo.

O Live streaming é a outra categoria responsável por transmissões ao vivo, como acontece em programas de TV, essa categoria tem ganhado um grande número de usuários, o Facebook, Instagram e até mesmo transmissões de jogos em tempo real, os chamados Game Plays. Rádios online também só existem graças ao serviço de streaming.

Os principais critérios para a escolha do serviço de streaming são variados: 76% escolhem pelo preço e 71% pelo catálogo, enquanto 56% optam por serviços que ofereçam mais lançamentos e conteúdos originais. Além disso, segundo o IBGE 81,8% dos brasileiros que acessaram a internet em 2017 declaram que uma das finalidades era assistir a vídeos, inclusive programas, séries e filmes. É uma prática, portanto, mais comum do que enviar ou receber e-mail, mencionada por 66% dos internautas.

Atualmente, tudo parece meio óbvio, mas para que esse ponto de acesso fosse alcançado e chegasse até aqui, foi necessário muita evolução técnica. A empresa que foi responsável pela popularização do streaming foi a Progressive Networks, criadora do Real Áudio, na primeira metade da década de 1990, o som que chegava aos usuários era muito inferior ao do rádio. Tudo era transmitido em mono e utilizava arquivos altamente compactados, eles ficavam leves para a transmissão mas perdiam muita qualidade. Os limites de transferência de banda exigiam essas características.

Em 14 de dezembro de 1996, Gilberto Gil e sua banda tocaram a música “pela Internet” em um auditório da Embratel no Rio de Janeiro. A canção foi propagada naquele mesmo instante, um feito até então, inédito no país. Essa transmissão foi um projeto da empresa de telecomunicações com a IBM e o jornal O Globo, e para sua realização foi necessária a presença de técnicos, produtores e músicos, as salas do prédio ficaram tomadas por cabos de transmissão, vale ressaltar que não existia conexão Wi-Fi na época.

O Streaming de vídeo foi ganhando força a partir daquele momento, nos anos seguintes, Real Vídeo que pertencia a Progressive Networks, a Apple que investia no Quick Time e a Microsoft que apostava no Windows Media Player. Cada uma delas exigindo o download de seu software específico. A imagem era praticamente estática, rodando poucos frames por segundo, para que haja uma comparação a imagem chegava a ser pior que um GIF atual.

Atualmente a realidade é outra, novos formatos surgiram, e permitem que o áudio e vídeo sejam transmitidos com mais fidelidade à qualidade. MP3, MP4, AAC e MOV são algumas das extensões mais conhecidas, esses formatos permitem transmissões com qualidades superiores a um DVD. A popularização da banda larga foi determinante para a adoção do streaming em grande escala, quanto melhor a conexão, mais claros ficam os resultados finais da transmissão.

A baixa qualidade de vídeo, com cenas pixeladas, áudio com ruídos e outros fatores que comprometiam a qualidade, são coisas do passado. ULTRA HD 4K, já é uma realidade.

Colaboração: NET

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