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Quantas vagas pedem outros idiomas dos candidatos?

Quantas vagas pedem outros idiomas dos candidatos?
17:00 pm ,29 de dezembro de 2017

Quando se fala na busca por uma oportunidade, saber idiomas é, de longe, uma das grandes preocupações dos jovens. Apesar de ser um item citado como fundamental em qualquer currículo, ele é mesmo imprescindível em um primeiro momento, ou existem colocações nas quais não é uma exigência? Para chegar a essa resposta, o Nube – Núcleo Brasileiro de Estágios fez um levantamento com o intuito de averiguar quantas vagas pedem algum conhecimento do tipo. O resultado apontou uma tendência para o futuro.

Apesar de ser desejável em qualquer área, segundo a pesquisa, atualmente, apenas 32% das oportunidades de estágio exigem, de fato, uma segunda língua do candidato e 4,2% vão além e pedem também uma terceira. Em contrapartida, essas também são consideradas as colocações com melhores bolsa-auxílio e mais benefícios.

Todavia, mesmo não sendo uma cobrança de 100% das empresas, a realidade tende a solicitar cada vez mais essa aptidão. “A maioria das organizações busca a ampliação dos negócios. Por meio do inglês, por exemplo, elas conseguem estabelecer parcerias importantes, conquistar novos clientes e se expandir no mercado. Em um mundo globalizado, saber se comunicar torna-se cada vez mais indispensável”, aponta Renata Monteiro, analista de recrutamento e seleção do Nube.

Das colocações com a necessidade de saber outros dialetos, 95% solicitam inglês. Do total, 23,5% requerem o nível básico, 3,5% o técnico, 44,6% intermediário, 26,3% avançado e 2,1% fluência. Contudo, o cenário por aqui não é dos melhores e, segundo pesquisa desenvolvida pela EF Education First, o Brasil ocupa a 41ª colocação de um ranking de 70 países. Ou seja, apenas 5% da população fala uma segunda língua e menos de 3% têm fluência em inglês.

Por estar presente em tantas regiões, é importante tanto para a utilização de ferramentas internas, quanto para a geração de novas oportunidades e relacionamento. “Para se especializar, a dica principal é dedicação. É necessário estabelecer uma rotina de estudo e, claro, compreender o fato de cada um ter o seu tempo para atingir o entendimento total”, aconselha a especialista.

Há também as organizações com demanda pelo espanhol. Dessas, 44,5% requerem o ensino básico, 3,4% o técnico, 31,2% intermediário, 18,5% avançado e 2,5% a fluência. Quem ainda não se tornou expert no assunto, vale deixar claro no momento da entrevista, a disponibilidade e interesse em adquirir esse conhecimento.

Ao contrário dos idiomas de fora, a necessidade de um bom português é pré-requisito para todas as vagas. “Hoje, mais de 40% dos candidatos são eliminados de um processo seletivo por conta de erros de ortografia. Logo, não adianta focar no exterior e esquecer da comunicação nativa”, ressalta Renata. Para quem tem dificuldades, a leitura e a prática da escrita sem o uso de corretores automáticos facilita e evita possíveis erros na fala e até mesmo nos testes da nossa língua, realizados muitas vezes em seleções.

O mercado está cada vez mais competitivo e, certamente, quem investir em conhecimentos extras sairá na frente. “Em muitas organizações, o domínio de outros idiomas é um fator de desempate entre candidatos. Afinal, a qualquer momento pode surgir a necessidade de receber um cliente e estabelecer vínculos. Portanto, vale a pena se atualizar sempre!”, finaliza Renata.

Fonte: Renata Monteiro, analista de recrutamento e seleção do Nube
Serviço: pesquisa revela quantas vagas pedem outros idiomas

Sobre o Nube

Desde 1998 no mercado, o Nube oferece vagas de estágio e aprendizagem em todo o país. Possui mais de 7.500 empresas clientes, 14 mil instituições de ensino conveniadas no Brasil e já colocou mais de 750 mil pessoas no mercado de trabalho. Também administra toda a parte legal e realiza o acompanhamento do estagiário e aprendiz por meio de relatórios de atividades.

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