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Setor de serviços alavanca o saldo de emprego em Minas Gerais

Setor de serviços alavanca o saldo de emprego em Minas Gerais
15:00 pm ,5 de abril de 2018

As Micro e Pequenas Empresas (MPE) mineiras voltaram a repetir o saldo positivo na geração de empregos. De acordo com o levantamento do Sebrae Minas, com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), em fevereiro, a diferença entre contratações e demissões gerada pelos pequenos negócios do estado foi de 6.149 vagas – número maior que o saldo de empregos* gerado no mês anterior: 5.691 postos de trabalho.

No balanço de fevereiro foram registradas 88.242 contratações e 82.093 demissões nas MPE. Minas Gerais só não teve o saldo de emprego maior que as MPE de São Paulo que geraram mais de 23 mil vagas. “O resultado de Minas foi impulsionado pela melhora dos pequenos negócios de Serviços que, no período, obteve o maior saldo de emprego, com 5.850 vagas”, justifica o gerente da Unidade de Inteligência Empresarial do Sebrae Minas, Felipe Brandão.

No ranking das atividades que mais contrataram do que demitiram estão: alimentador de linha de produção (511vagas), professor de nível médio da educação infantil (463 vagas), faxineiro (386 vagas), auxiliar de desenvolvimento infantil (377 vagas) e reparador de calçados (319 vagas).

As regionais Centro (1.901 vagas), Triângulo e Alto Paranaíba (1.740 vagas) e Centro-Oeste e Sudoeste (1.587 vagas) juntas foram responsáveis por 85% do saldo de empregos gerado pelas MPE mineiras no período.

Já as cinco cidades mineiras que conseguiram os maiores saldos foram: Belo Horizonte (1.468 vagas), Nova Serrana (1.075 vagas), Ipatinga (616 vagas), Paracatu (455 vagas) e Uberlândia (294 vagas).

No vermelho
Apesar do bom desempenho do estado, as regionais Zona da Mata e Vertentes (- 289 vagas), Sul (-211 vagas) e Norte (-109 vagas) fecharam fevereiro com saldo de empregos negativo.

Ao contrário do setor de serviços, as MPE do setor de comércio demitiram mais que contrataram, e terminaram o mês com o déficit de – 2.400 postos de empregos. “Somente a atividade de vendedor do comércio varejista foi responsável por mais da metade desse resultado negativo, já que fechou com o saldo de -1.569 vagas”, afirma o gerente do Sebrae Minas.

Contagem (-269 vagas), Itaú de Minas (-181 vagas), Varginha (-152 vagas), Alfenas (-136 vagas) e Poços de Caldas (-133 vagas) foram as cidades com os piores saldos de empregos gerados pelas MPE.

* Saldo de emprego se refere ao resultado da diferença entre as contrações e demissões das MPE geradas no período.

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