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Temperaturas elevadas aumentam em 30% os riscos de pedras nos rins

Temperaturas elevadas aumentam em 30% os riscos de pedras nos rins
11:00 am ,19 de fevereiro de 2019

As temperaturas elevadas aumentam cerca de 30% os riscos de pedra nos rins nesta época do ano. Isso acontece porque as pessoas transpiram mais e, consequentemente, não ingerem líquido o suficiente. Cerca de 12% dos homens e 5% das mulheres apresentarão sintomas decorrentes de cálculo renal até os 70 anos de idade.

As altas temperaturas podem trazer um efeito nada agradável para o organismo: o cálculo renal, também conhecido como pedra nos rins. O principal motivo é a maior perda de líquido pela transpiração. Outro fator é a baixa ingestão de líquidos e a baixa frequência com que bebemos água. Com o calor, a incidência de pedra nos rins aumenta mais de 20% nesta época. Para evitá-las, é fundamental ingerir bastante líquido e usar roupas mais leves, evitando, assim, a transpiração excessiva.

A hidratação insuficiente nos dias mais quentes pode agravar o problema. As pessoas que tomam pouco líquido tendem a ter a densidade da urina acima da média, o que favorece o agrupamento de cristais que formam as indesejáveis pedras. O ideal é seguir a já reconhecida recomendação de beber, pelo menos, dois a três litros de água por dia. O cuidado deve ser redobrado também para quem já teve formação de cálculo uma ou duas vezes.

Além disso, a hidratação errada contribui também para o aparecimento de cálculos. Não adianta tomar bastante água todos os dias se beber tudo de uma única vez. Isso gera uma sobrecarga nos rins que movimenta o cálculo. É muito importante distribuir a ingestão da água ao longo do dia.

Outro fator são as substâncias contidas em refrigerantes e sucos industrializados. Estes líquidos sobrecarregam os rins. Cuidar da alimentação também é fundamental! Suplementos alimentares de proteína e alimentos salgados são prejudiciais, pois o que carrega o sal para dentro da via urinária é o sódio.

Saiba mais!

O cálculo renal é uma aglomeração endurecida – semelhante a uma pedra – que se forma no sistema urinário (rim, ureter, bexiga ou uretra). Pode acometer pessoas de todas as idades, porém, são mais frequentes no sexo masculino. Cerca de 12% dos homens e 5% das mulheres apresentarão sintomas decorrentes de cálculo renal até os 70 anos de idade.

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% da população mundial sofre com esse tipo de complicação pelo menos uma vez ao longo vida. Dores unilaterais acompanhada por uma forte cólica abdominal são um dos principais sintomas. Além desses, a doença pode ser identificada por meio de outros sinais: febre alta, dor e sangramento ao urinar, enjoos e vômitos, fortes dores nas costas – que limitam os movimentos – e vontade constante de urinar.

Para constatar o problema, é necessário ir ao urologista. Uma das alternativas do tratamento é a cirurgia. Mas, calma! Esse procedimento não é a única saída. Por meio de um diagnóstico preciso e completo, a eliminação do cálculo pode ocorrer pela ingestão de líquidos e remédios.
Visto que é um problema que atinge milhares de pessoas, a rotina de cuidados e de acompanhamento médico são fatores fundamentais para a precaução do problema, diagnóstico e tratamento.

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