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Vendas pelas redes sociais: como não fazer besteira

Vendas pelas redes sociais: como não fazer besteira
14:00 pm ,20 de junho de 2016

A internet mudou os padrões de consumo e alterou drasticamente as estratégias de marketing, publicidade e vendas. Os alicerces do comércio ainda são os mesmos, mas os meios mudaram. Em vista de todas essas alterações nos padrões de comportamento, era apenas uma questão de tempo até que o comércio através das redes sociais se tornasse uma realidade.

Como nem toda empresa tem capital para investir em um e-commerce, muitas delas estão surgindo de forma mais simples, e se tornando uma alternativa disrruptiva para a realidade do comércio e serviços. É importante ressaltar que isso não é uma novidade. O comércio via redes sociais já existe desde os tempos do Orkut. Entretanto, as ferramentas que podem te ajudar a alavancar isso como muito mais do que um “bico”, estão cada vez mais desenvolvidas e disseminadas. Por isso, listei algumas dicas de como não fazer besteira nas redes sociais e perder a chance de se inserir em um mercado que cresce e pode ser a porta de entrada para algo muito maior.

O relacionamento via redes sociais já é uma experiência que está muito presente inclusive em grandes marcas, entretanto, quando se fala de social commerce, ele se restringe muito a negócios em seu início, quando o capital de giro é pequeno. A interação que gera a venda vem de usuário para usuário.

Essa interação é a alma desse tipo de negócio. Ela sempre acaba tendo de fugir da agregação de valor comum, disponibilizada pelas marcas comuns. A relação e a experiência são muito mais pessoais. O velho discurso de vendas só gera reações mornas. É preciso aumentar a interatividade. Porém, limitar isso ao cunho profissional, sem ser grosseiro, é uma tarefa complexa, afinal, se não tem como investir em dinheiro, há de se compensar em criatividade e trabalho duro.

Apesar da dificuldade, essa é uma relação muito mais humanizada e tem tudo para atingir grandes níveis de personalização, segmentação e exclusividade. Considerando que é isso que o mercado busca hoje em dia, o social commerce já começa na frente e no caminho certo.

Apesar disso e dos números que só crescem no ramo, é preciso dedicar um bom tempo de planejamento e organização de tudo aquilo que for ser compartilhado e divulgado. Quando se publica algo, seja um produto, uma oferta ou mesmo uma interação com usuário, a primeira impressão é a que fica, e é necessário alinhar cada ação com a missão, visão e valores da empresa, de forma que jamais haja discrepâncias que possam causar um problema futuro ou a perda de clientes.

Há de se evitar polêmicas, e isso inclui suas redes sociais pessoais. É importante lembrar que só por quê esse é um negócio em uma plataforma de mídia social, não quer dizer que ele não deva ser regulamentado como empresa, através de um MEI, por exemplo. Há sempre de se considerar a legalidade, e acima de tudo, dar ao seu consumidor meios de confiar na sua marca e garantir que seu serviço seja tão bom ou melhor do que o de seus concorrentes maiores.

Se apegue à personalização, à exclusividade, e tenha tudo alinhado, incluindo uma plataforma de gestão das mídias, garantindo que o negócio cresça organicamente, se mantendo sempre melhor no uso dos recursos que as próprias redes sociais e internet fornecem. Vale apostar no visual, usar mais de uma rede, gerar interação. É importante se lembrar que você, mais do que nunca é a imagem da sua empresa.

Acima de tudo, esteja onde seu cliente está. Uma análise de mídia é necessária para alguns momentos, mas sempre lembre-se de estar nas redes que o seu público alvo frequenta. Não adianta ter todas as redes, apenas as que interessam realmente para o seu negócio – e isso é muito particular.

É importante também estar de olho nas novas redes e novidades da tecnologia, além de exaurir o uso de ferramentas que já estão disponíveis, como a hipertextualização possibilitada pelas hashtags, por exemplo. Já existe muita coisa boa que pode ser usada.

Por fim, reforço a estratégia. Se você tem uma boa ideia, um bom produto e até um negócio em andamento, é possível que uma consultoria seja necessária. É importante planejar, e antes de investir em novidades e deixar o negócio crescer, é importante planejar esse crescimento e se certificar de que todas as possibilidades, tanto em termos de vendas, como em tecnologia, estejam sendo bem aproveitadas. Não feche seus olhos para as possibilidades e saiba ouvir, tanto a opinião profissional, mesmo que te custe algum investimento, quanto a dos seus clientes. Aqui está a chave para o crescimento do seu negócio.

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