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Como grandes empresas estão se conectando à geração Millenium

Como grandes empresas estão se conectando à geração Millenium
14:00 pm ,3 de julho de 2018

Eles serão 75% do total da força de trabalho mundial e mais de 50% do mercado consumidor em 2025, como aponta a pesquisa All about Geração Millenium, publicada no ano passado em Portugal. Os millenials – como são chamados os nascidos entre as décadas de 1980 e 2000 – representam 20% da população mundial e já somam 58,5 milhões de pessoas no Brasil, segundo o IBGE. Com tamanha expressividade numérica e baseados em conceitos culturais que levam a sustentabilidade e o experienciar a vida como preceitos, os primeiros nativos-digitais ganharam a atenção do mercado e são alvos de projetos dos mais diversos ramos.

Ela também nasceu na década de 1990, assim como a antes denominada geração Y, e com mais de 25 anos de atuação, a Athié Wohnrath virou referência para o mercado que engloba arquitetura, engenharia e tecnologia. A empresa se juntou à Engeform, Temon e Grupo GPS no OKARA Hub para conectar-se ainda mais com iniciativas pensadas para esse novo público. A aposta é investir cada vez mais em ecossistemas inovadores e ações colaborativas para o ramo da construção civil. Como diferencial, eles passam a desenvolver juntos projetos conhecidos por traduzir os valores das empresas e o jeito de ser das pessoas. Os chamados ambientes humanizados são uma expertise da Athié, além de serem muito valorizados pela geração que cresceu sob a influência da internet.

Para o head de inovação da empresa, Paulo Homem de Mello, esses espaços que levam em consideração leveza, fluidez, sustentabilidade e descontração, tornaram-se peças fundamentais. “Crescentemente, esse tipo de ambiente é visto como um ativo estratégico das empresas. E isso fica ainda mais claro quando compreendemos que a qualidade espacial de um ambiente, adequadamente projetado e construído, contribui decisivamente para o engajamento das pessoas, sua performance e nível de colaboração, consequentemente fortalecendo a identidade”, afirma Paulo.

Ser parte de um programa de inovação aberto, que considera o engajamento com startups e empresas de tecnologia, torna-se crucial para as empresas que têm de estar alinhadas a novos modelos de negócios, ferramentas e metodologias para atender a uma nova tendência de consumo muito atrelada ao tecnológico e à agilidade. O OKARA Hub também atua por meio de ações colaborativas, baseadas nos conceitos de Equity Free e Open Innovation, características altamente reconhecidas pelos jovens que constituem o maior grupo geracional vivo desde 2016. “Oferecer produtos avançados, com custos atrativos e trabalhar sempre conectados às pessoas são nossas premissas, cada vez mais valorizadas nos dias de hoje e consideradas primordiais para as novas gerações que estão ocupando os mercados de trabalho e consumidor”, diz Raísa Labarrère, gestora do hub.

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