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Dados evidenciam desigualdade no acesso das mulheres à liderança

Dados evidenciam desigualdade no acesso das mulheres à liderança
14:00 pm ,20 de julho de 2018

A pesquisa “Closing the Gender Gap” realizada em 2015 pela empresa de consultoria empresarial americana McKinsey & Company e que serve de referência até hoje, aponta que se houvesse a equidade de gêneros no mundo, o PIB mundial teria um aumento de US$ 28 trilhões em sete anos. Essa pesquisa ainda revelou que se a desigualdade tivesse fim no Brasil, o nosso PIB teria um aumento de US$ 850 bilhões.

Um dado importante que vem de encontro com essa pesquisa é outro estudo da própria McKinsey & Company divulgado esse ano, que destaca a importância da gestão das mulheres. Segundo o estudo, as empresas lideradas por mulheres têm, em média, rendimentos 21% acima da média industrial em seu país.

Para promover esse cenário, algumas entidades buscam igualdade de gêneros e o empoderamento das mulheres. No Brasil, a ONU Mulheres Brasil desempenha esse papel. Sua representante Nadine Gasman destacou em maio, no “3º. CONALIFE – Congresso Nacional de Liderança Feminina da ABRH – 2018” realizado em São Paulo, o papel de empresas brasileiras com essa proposta.

“O Brasil é o terceiro país no mundo em número de empresas signatárias aos Princípios de Empoderamento das Mulheres, iniciativa da ONU Mulheres e do Pacto Global. Já são 165 empresas – de diferentes setores produtivos -, comprometidas em enfrentar e eliminar as desigualdades de gênero que ainda criam abismos entre homens e mulheres, pessoas brancas, negras e indígenas, entre outros grupos que são discriminados em razão da sua identidade” ressaltou Nadine.

O desafio da liderança feminina no ambiente de trabalho também foi destaque na edição desse mês do Portal PME NEWS, que contou com a participação da Diretora da Infinita EPH, Carla Béck. Na entrevista, ela enfatiza as razões da desigualdade dos cargos de liderança corporativa, com as mulheres ainda em desvantagem nesse quadro.

“As mulheres são minoria nos cargos executivos das empresas devido a uma série de barreiras históricas e culturais. Essas barreiras são poderosas e muitas vezes invisíveis para as mulheres. Elas privilegiam os homens e colocam as mulheres em desvantagem. Outros fatores contribuem também como, por exemplo, a escassez de modelos de funções para as mulheres, a escolha de profissionais em função do gênero, os vínculos duplos (na maioria das culturas, masculinidade e liderança estão intimamente ligados), dentre outros.”

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