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Empatia: atitude que pode transformar o mundo

Empatia: atitude que pode transformar o mundo
15:00 pm ,20 de maio de 2019

A empatia é a simples e grande habilidade de se colocar no lugar do outro e compreender o que o mesmo sente. Quando uma pessoa se coloca no lugar de outra, ela está buscando entender aquele outro ser humano, sem fazer qualquer pré-julgamento. Diferente de quando alguém não se coloca no lugar do próximo e faz julgamentos, questionamentos e até ofensas. Por isso, é necessário que as pessoas busquem se colocar no lugar das outras, pois elas nunca saberão, de fato, o que esta outra pessoa passou, está passando ou como ela vai se sentir diante de determinados episódios.

Além disso, quando não há o exercício da empatia, é a intolerância e a violência que tomam conta da vida das pessoas, seja como causadoras ou como vítimas. Sem empatia, o ódio surge até em eventos pequenos e cotidianos, e isso pode tomar uma grande proporção e se transformar em crimes, discussões e até no fim de longas amizades. Portanto, é preciso ter empatia para aprender, também, que não há uma verdade absoluta, já que tudo depende de pontos de vista e todos eles devem ser respeitados.

Segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Michigan, nos Estados Unidos, o Brasil não é um dos países mais empáticos do mundo. Embora seja conhecido pela simpatia e hospitalidade, quando o assunto é se colocar no lugar do outro e entender o que ele sente, o Brasil está muito longe do ideal. O estudo analisou respostas de um questionário aplicado em 61 países, com 104 mil pessoas, que tentavam medir compaixão e empatia em situações hipotéticas. O Brasil ficou em 51° na lista, atrás de países como o Equador, Arábia Saudita, Peru, Dinamarca e Emirados Árabes, por exemplo. Mas o problema da falta de empatia e de amor ao próximo não é apenas dos brasileiros. É uma preocupação mundial.

Ainda que pareça difícil, este quadro pode ser mudado e, com isso, o mundo pode se tornar um lugar melhor para se viver. Já que segundo a professora Anita Nowak, pesquisadora de empatia e diretora da Área de Iniciativas Sociais e Econômicas da Universidade McGill, em Montreal, “assim como podemos treinar nossos bíceps na academia, e ficar mais fortes, podemos ser cada vez mais empáticos com a prática”.

Um livro que aborda sobre empatia e outros elementos essenciais à felicidade humana, é a obra “Crônicas Lucianas”.

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