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Entenda por que o coworking está em evidência

Entenda por que o coworking está em evidência
16:00 pm ,23 de maio de 2018

O Brasil possui 810 espaços compartilhados, que ocupam 313 mil metros quadrados, com 56 mil estações de trabalho e geram 3,5 mil empregos diretos e indiretos. E movimenta R$ 82 milhões. Esses dados são do Censo Coworking Brasil de 2017 e não param de crescer.

Durante o FM Debate sobre o tema “Property”, realizado dia 22 de fevereiro em São Paulo, Tiago Alves, CEO da Regus, deu dicas importantes sobre o Coworking. Em sua palestra, ao questionar qual seria o m² mais caro do Brasil, as respostas foram as previsíveis: São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Ao responder: “nenhum deles, pois o m² mais caro é aquele que você paga e não utiliza”, além de surpreender a todos, estimulou um momento para a reflexão. E concluiu:

“Com o passar do tempo, existem cada vez mais mesas vazias nas empresas. Uma alternativa para que isso não ocorra seria fixar o que é realmente necessário em um lugar, e flexibilizar o que é menos importante”.
Para o presidente da Associação Nacional de Coworking e Escritórios Virtuais (Ancev), Ernisio Martines Dias, o network é apontado como um grande diferencial no modelo de escritório compartilhado.

“Além dos encontros naturais do dia a dia, no café ou nas áreas de descanso, é interessante estar atento aos eventos que esses espaços costumam oferecer, como a apresentação de cases de sucesso no auditório ou uma reunião para os usuários trocarem experiências sobre determinados temas”.

Debora Garcia, cofundadora do coworking Opportunity Work, em entrevista ao Portal PME NEWS, também reforça a tese da importância do network para aumentar a produtividade e os negócios.

“O ambiente compartilhado é sem dúvidas, colaborativo. Quem não gostaria de conviver e trabalhar ao lado de pessoas que têm ou tiveram as mesmas dificuldades? E trocar experiências e até mesmo negócios entre si? A ajuda está ao seu lado, o vizinho é um grande aliado para tornar seu negócio mais produtivo e rentável”.

Para a Debora, o perfil e estrutura de empresas que procuram o escritório compartilhado são variados e não se restringe as pequenas empresas e profissionais liberais.

“Empresas de grande porte, que querem alocar espaços para projetos com tempo determinado. Ao invés de locarem um espaço e arcar com os custos de manutenção e infraestrutura, utilizam um espaço de coworking e podem, assim, ganhar ou diminuir o espaço sem um custo de um aluguel por exemplo, onde numa eventual necessidade de diminuir o espaço ficam impossibilitados em reduzir o custo.”

O coworking não para por aí, segundo a executiva.

“O negócio compartilhado não é o presente, mas novos negócios nesse modelo ditarão a tendência de negócios em um futuro próximo”.

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