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Fim do eSocial leva ao surgimento de novos sistemas de escrituração digital

Fim do eSocial leva ao surgimento de novos sistemas de escrituração digital
14:16 pm ,2 de agosto de 2019

Instituído em 2014, o eSocial que muitos conhecem irá deixar de existir em breve. Desde a sua implementação, muitos tiveram dificuldades de se adequar ao sistema, que começou como um projeto do Governo Federal para integrar as informações sobre folha de pagamento, obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas em uma base de dados única. Resumidamente, trata-se de um sistema de escrituração digital que reúne informações trabalhistas de todos os brasileiros com vínculo empregatício no país.

Até 2021, haviam prazos para o envio de informações ao eSocial. Eles continuam valendo por enquanto, mas, de acordo com o Governo, a partir de 2020 já haverá dois novos sistemas para substitui-lo: um para prestação de dados tributários à Receita e outro para o envio de informações voltadas a previdência e trabalho.

Quem envia as informações são empregadores – desde as grandes empresas até empregadores pessoa física, órgãos públicos e demais entidades empresariais – e deverá continuar assim. No entanto, o “Novo eSocial” será mais simples, de acordo com o Governo. A ideia é que os dois novos sistemas tenham menos burocracias e evitem o envio de dados desnecessários ou de informações que já foram informadas anteriormente a Receita.

Atualmente, o sistema de escrituração digital é complexo: divide-se em eventos trabalhistas, tem fases para o envio das informações e requer um software específico para transmissão de documentos ao Governo. Mas enquanto ele não deixa de existir em sua totalidade, cabe aos empregadores enviá-las no prazo correto, de acordo com o cronograma do eSocial, para evitar possíveis multas.

Cada etapa deste cronograma abrange diferentes grupos (1,2 3 e 4), com empresas de regimes tributários e faturamentos diversos. Uma destas etapas envolve o envio de informações voltadas a segurança do trabalho (SST). Os softwares Madu, SOC e PeopleNet são alguns dos softwares para gestão de SST utilizados para adequação desta etapa.

Diante de tantos prazos, pode ser difícil preencher os eventos do eSocial corretamente, ou mesmo acompanhar a evolução do sistema para o “Novo eSocial”. Desse modo, as empresas têm que se adaptar. E dentre as opções de treinamento para utilização dos sistemas de escrituração digital, os cursos a distância têm se mostrado como a melhor opção.

A CEFIS, empresa de tecnologia atuante no âmbito da educação, oferece um curso completo sobre o eSocial. Segundo o professor Jefferson Dantas, especialista neste sistema e naturalizado no Rio de Janeiro, a mudança de cultura por parte do empregador e colaboradores foi um dos principais desafios de adaptação ao eSocial. Sendo assim, mesmo com a desburocratização do novo sistema, será preciso estudar novamente e adaptar-se. Vale salientar que para superar os desafios antigos não existem fórmulas mágicas: é preciso se atualizar.

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