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Investir em arte é um bom negócio?

Investir em arte é um bom negócio?
15:00 pm ,4 de junho de 2018

O mercado de arte como investimento no Brasil é complexo e ainda de pouca relevância, mas pode ser mais uma opção para quem deseja diversificar os investimentos. Isso é o que afirma Eduardo Plass, sócio-fundador da Opus Investimentos e fundador do Instituto Cultural Plajap (www.plajap.com.br), com Jacqueline Jappur Plass.

“São cifras significativas: um levantamento da Associação Brasileira de Arte Contemporânea (Abact), mostrou que, em 2013, 45 galerias movimentaram, aproximadamente, R$ 165 milhões. Além disso, esta é uma categoria menos sensível às crises, que também oferece riscos necessitando de cautela do investidor”, é o que analisa Plass.

Para Eduardo, ter conhecimento com o assunto facilita o investimento: “Arte é um mercado bastante volátil e subjetivo, com retorno a longo prazo, mais de uma década em alguns casos e alto risco. Por isso, saber um pouco sobre o assunto, ir às feiras, frequentar galerias e apreciar as obras ajuda a distinguir as potenciais oportunidades. A alternativa é se aconselhar com profissionais da área.”

O financista ainda desmistifica outra ideia comum: a de que o aporte inicial necessita ser alto: “Há obras, como gravuras, fotografias e esculturas, a partir de R$ 500”.

Por ser um mercado muito amplo, ter ajuda profissional para montar a estratégia correta pode ser imprescindível para o sucesso. Eduardo Plass ainda explica que há diferentes formas de negociar: comprar as obras nas galerias, procurar diretamente o artista e até investir em fundos de investimento em artes plásticas.

“No Brasil, o mercado de arte ainda é definido por pessoas que gostam de decoração e que compram para ter algo em suas propriedades mais do que por investimento. Poucos investidores sabem monetizar retorno sobre seus investimentos em arte principalmente pela falta de conhecimento e de intermediários pouco confiáveis. Apesar da baixa liquidez e do imposto sobre o ganho de capital (atualmente de 15 até 22,5%), a arte é um mercado em ascensão e uma opção real para quem deseja diversificação combinada com o prazer de apreciar a arte”, finaliza Plass.

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