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Joia é um bom investimento nos tempos atuais?

Joia é um bom investimento nos tempos atuais?
14:00 pm ,27 de julho de 2018

O Brasil é hoje, um dos grandes produtores de joias em ouro do mundo, de acordo com a pesquisa do IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Precisos) e, segundo dados do relatório da McKinsey Global Institute, a expectativa de crescimento do mercado de joias chegará a US$ 250 bilhões anuais até 2020. Dentre os fatores que contribuíram para colocar o Brasil em posição de competitividade internacional destacam-se a criação de joias considerando a pluralidade cultural do Brasil e a variedade de materiais e pedras existentes, sobretudo gemas aqui descobertas, como é o caso da turmalina da paraíba.

Para quem busca a diversificação nos investimentos de forma segura, joias podem ser uma ótima opção quando adquiridas com cautela, levando alguns aspectos em consideração como: durabilidade (resistência da pedra), valor da matéria prima e design. Entretanto, para fins de comércio, uma joia não é avaliada apenas pela sua aparência, mas por critérios como: cor, pureza do material e lapidação.

De acordo com o empresário e designer Marcello Campos: “Joias não se desvalorizam, pois não são influenciadas pela inflação. Além disso, o valor de metais, como o ouro, que possui seu lastro em dólar, tende a aumentar em tempos de crise.” Ressalta ainda que cada joia possui um valor próprio que corresponde ao valor do peso do metal, em relação à sua cotação no mercado, somado ao design da peça. Quando a joia possui alguma gema (pedra preciosa), Marcello lembra que as gemas estão cada vez mais escassas na natureza, e que, em um futuro breve, não poderão mais ser extraídas devido à preservação ambiental, tornando-as cada vez mais raras e com maior valor comercial.

Além disso, ele lembra que os metais são versáteis – a qualquer momento uma peça pode ser derretida e transformada em outra, nunca perdendo o seu valor intrínseco. Por fim, ele pondera que, antes da compra de qualquer joia é preciso analisar:

Origem – Solicitar às joalherias o certificado de qualidade da joia adquirida.

Peso e Lapidação – A cotação do ouro é padronizada, facilitando a comercialização. As pedras devem ser avaliadas por sua cor, peso, lapidação e pureza.

Solidez e Autoridade – O preço da joia é influenciado pela sua estrutura, pureza de materiais e design. Joias assinadas por designers tem um valor agregado maior no mercado.

Disponibilidade e Inovação – A escassez de algum minério ou metal, bem como a introdução de inovações aplicadas ao processo produtivo, influenciam diretamente o valor das peças. É o caso da tonalidade de ouro champagne, cujo material de autoria do próprio Marcello, lançada em 2011, é uma importante contribuição no mercado de joias.

Outro aspecto é que a joia representa uma soma de valores comercializáveis, associada a um objeto que pode ser facilmente transportado sem ser percebido. Isto gera, ao consumidor, a sensação de “segurança ou proteção”, por ter a joia em seu poder.

Dentre as desvantagens relacionadas aos investimentos em joias, enfatizam-se: o risco da perda da joia por descuido ou furto, devido à alta liquidez de mercado e fácil comercialização, além de sua aquisição ser restrita a uma pequena parcela da população, por requerer um alto valor de capital inicial. A fim de atingir maior abrangência de clientes/investidores em joias, Marcello Campos apresenta propostas de coleções, sem necessidade de grande disponibilidade de caixa, facilitando o parcelamento no cartão de crédito aos interessados. Todas as peças, independente de valor, possuem garantia vitalícia.

Para quem está procurando alianças de casamento, anéis, brincos, colares, pulseiras, pingentes, correntes, braceletes ou até mesmo, joias masculinas, agendem uma visita através do WhatsApp. Para maiores informações sobre peças, coleções, visitem o site.

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