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Mais proteção para lojas online nas compras de final de ano

Mais proteção para lojas online nas compras de final de ano
11:12 am ,25 de novembro de 2019

Com a chegada do final de ano, o comércio brasileiro tem duas datas de destaque para movimentar as vendas: a Black Friday e o Natal. Costume de origem norte-americana, a Black Friday começou no Brasil em 2011 e promete superar a edição de 2018 com aumento de 21% nas vendas, de acordo com a LeadMedia, que trouxe o evento para o Brasil. Em 2018 cerca de 85% dos consumidores utilizaram a internet em suas compras. De acordo com o Google, o volume de vendas nas lojas físicas deve igualar o das lojas virtuais. A previsão do site Busca Descontos é que em 2019 a data movimente R$ 3,15 bilhões no comércio eletrônico.

A corrida às compras e a caça aos descontos ocorre durante todo o mês de novembro e pode apresentar riscos de segurança tanto para clientes como para lojistas. No lado dos clientes, um dos maiores riscos é de acessarem sites falsos que se passam por sites tradicionais de comércio eletrônico, simulando toda a jornada de compra e obtendo dados dos cartões de crédito dos compradores, que não receberão seus produtos. Esse tipo de crime é chamado de phishing e o Brasil está entre os países com maior ocorrência desse tipo de ação criminosa. Aconselha-se aos clientes que evitem acessar links suspeitos recebidos por email e que verifiquem se o certificado de segurança corresponde ao site acessado (normalmente identificado por um cadeado ao lado do endereço do site).

Do lado dos lojistas, o mais usual são as tentativas de invasão dos sites para tentar roubar dados dos clientes e as tentativas de fraudes com cartões. Com o aumento da procura pelas promoções, muitos novos clientes se cadastram nos sites de compras para garantir os melhores preços para as suas compras. Nesse momento, é possível criar algumas barreiras para as tentativas de fraudes, validando documentos e até mesmo o email cadastrado, reduzindo assim o risco de fraudes sem impacto significativo na jornada de cadastro dos clientes, também conhecida como onboarding. “O momento do onboarding pode ser seguro sem ser demorado, caso contrário espantaria os clientes ruins e os clientes bons também. Existem sistemas que podem ser facilmente acoplados aos serviços de cadastro já implementados para garantir essa segurança adicional”, diz Jung Park, CEO da InovaMind, startup de inteligência artificial e big data.

Mas existe ainda o problema com fraudadores tentando se passar por clientes. Um cliente já cadastrado pode ser mais difícil de rastrear, especialmente se não for um cliente frequente, com padrões de compra já conhecidos. Como saber se um cliente desse tipo apresenta comportamento suspeito? Segundo Park, é possível comparar a movimentação de compra desses clientes com outras compras realizadas e gerar um score de confiabilidade, para autorizar, confirmar ou barrar uma compra falsa.

Com a utilização desses sistemas e a adoção de boas práticas de segurança nas empresas, é possível ter uma temporada de compras bem tranquila e rentável para todos.

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