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Parceria com o setor privado é desafio para investir em infraestrutura

Parceria com o setor privado é desafio para investir em infraestrutura
11:00 am ,23 de novembro de 2018

Para o bom desenvolvimento de qualquer área, o investimento é indispensável e quando se trata de infraestrutura urbana não é diferente. Destinar recursos públicos na construção dessas redes é fundamental para o desenvolvimento do país e para a consequente retomada da economia, visto que com trabalhos bem desenvolvidos, a população passa a ter mais qualidade de vida e acesso a serviços básicos como o fornecimento de água potável, saneamento e transmissão de energia. A situação atual das redes de infraestrutura do país não é favorável e pensando em articular parcerias com o setor privado, a Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República realizou o estudo “Desafio ao Aumento do Investimento Privado em Infraestrutura no Brasil”. De acordo com os dados analisados, o volume necessário para investir em infraestrutura é significativo, cerca de 8,7 trilhões de reais entre 2018 e 2038.

Modernos, confiáveis e sustentáveis são alguns dos requisitos exigidos atualmente de empresas parceiras que venham a realizar serviços de infraestrutura no país, como a DRC , que constrói redes pelo Método Não Destrutivo (MND) , que permite a execução de travessias e assentamento de tubulações em ruas, avenidas, calçadas, rodovias, ferrovias, rios, lagos, brejos ou construções, sem a necessidade de se abrir valas. “Isso permite um trabalho preciso, bem feito e sem transtornos”, afirma Rogério Pagni, diretor de operações da DRC, empresa especialista em instalações de redes subterrâneas. Além de permitir o livre acesso no entorno, a redução dos impactos se dá por conta de uma ampla análise estratégica de questões como possíveis interferências nas redes subterrâneas, utilizando para isso recursos de última geração.

Dentro da estimativa do estudo, em que é necessário investir em infraestrutura mais de 8 trilhões de reais, o ideal seria que os gestores públicos passassem a observar as vantagens do método MND nessas construções. Ele, por sua vez, permite resultados cada vez mais satisfatórios e com a redução dos impactos negativos à população, sem contar na maior precisão e menor tempo de execução devido a recursos e softwares específicos.

O estudo ainda mapeou os possíveis ajustes a serem realizados nessa parceria entre órgãos públicos e privados. Foram feitas 50 entrevistas com profissionais de atuação destacada no setor de infraestrutura e entre os pontos sinalizados estão: planejamento, estruturação e licitação, elaboração de contratos, financiamento, execução, licenciamento socioambiental, regulação e ambiente institucional. Embora as sugestões elencadas pelos entrevistados não representem necessariamente as próximas ações do governo no que se refere a necessidade de investir em infraestrutura, elas certamente ajudam a nortear as tomadas de decisões para o setor.

As parcerias com o setor privado são o alicerce para que investir em infraestrutura no país seja uma cartada certeira. As empresas que atuam nesse segmento são as responsáveis por prestar serviços completos e com eficiência, de modo a assegurar os interesses da população. A implantação desses sistemas com menos impactos também é muito importante, pois além de não trazer transtornos, é evidente a economia de tempo e dinheiro. Investir de maneira equivocada pode trazer inúmeros prejuízos futuros.

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