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Resiliência em processos seletivos: como desenvolver?

Resiliência em processos seletivos: como desenvolver?
17:00 pm ,18 de dezembro de 2018

Um estudo com mais de 3 mil alunos da FGV, mediu o nível de resiliência de cada um deles utilizando uma escala que relaciona fatores que ajudam de maneiras diferentes no enfrentamento de problemas e na tomada de decisões. No resultado final, quase 20% foram classificados com baixa resiliência, o restante se classificou entre moderados e bons níveis de resiliência. Ainda sim, 20% é um número muito alto.

Quem procura emprego sabe como é difícil se manter calmo durante os processos seletivos. São milhares de e-mails enviados para só receber alguns retornos. E entre as entrevistas realizadas, poucos ou nenhum feedback. Isso acaba prejudicando a confiança de muitas pessoas em busca de uma vaga no mercado de trabalho.

Para melhorar isso, uma característica que se deve desenvolver é a resiliência. Essa palavra, muito comum nos dias de hoje, é fundamental para ter uma experiência melhor envolvendo a busca do emprego.

Não é fácil passar por isso, mas desenvolver a resiliência é uma forma de melhorar tudo nesse processo. Para quem não sabe, resiliência é a capacidade de se adaptar à diversas situações e adversidades, evoluindo até mesmo de certa maneira. Isso é a diferença entre um profissional que alcança seu objetivo ou não.

Como desenvolver a resiliência?

Não é fácil colocar em prática a resiliência. Para começar, é preciso pensar de forma objetiva na hora de buscar emprego. Candidatos podem se sentir tentados a mandar currículo para qualquer vagas, mas essa não é a melhor estratégia.

Quando se busca qualquer coisa de emprego, é comum que não se encontre nada no final das contas. Mandar currículos para vagas que realmente tem o perfil do candidato e sua experiência torna mais fácil sua escolhida. Isso otimiza tempo, do candidato e o do recrutador.

Além disso, sabendo as exigências das vagas, é possível se qualificar nos pontos em que se notam deficiências. Por exemplo, se se exige um conhecimento específico, é uma boa ideia procurar um curso que desenvolva isso.

Outro ponto importante para se desenvolver a resiliência é acreditar no potencial intrínseco de cada pessoa. Passar por muitos processos seletivos pode minar a confiança da maioria, mas impedir que isso aconteça é essencial.

Manter-se atualizado também é muito importante. Quando se investe em conhecimento, a autoestima aumenta e a ansiedade diminui. E ao mesmo tempo aumentam as chances de se participar de uma entrevista.

Resiliência é um processo, não o resultado

É preciso ter paciência para se tornar uma pessoa resiliente em processos seletivos. Isso porque não é do dia para o outro que tudo vai se resolver. Além disso, mais do que uma mudança de pensamento, é uma mudança de mentalidade.

É necessário entender também que a mudança na mente deve vir acompanhada de ação. Então ser resiliente não é só ir em busca do objetivo, mas sim preparar-se antes mesmo de alcançá-lo.

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