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Veneza: Um charme de cidade II

Veneza: Um charme de cidade II
16:00 pm ,17 de agosto de 2018

por Cinthia Felizali

No texto anterior apresentei meu ponto de vista em relação à cidade de Veneza e com certeza é dos melhores possíveis. A cidade é linda, charmosa e
única, voltaria mil vezes se possível. Foram 3 dias e 2 noites que renderam passeios inesquecíveis. O único defeitinho da cidade é a quantidade desenfreada de turistas e pessoas circulando por toda parte, e isso reflete também nos meios de transportes disponíveis pela cidade.

Como de costume viajei de trem pela companhia ferroviária Italotreno, que já pode mandar passagem de presente para minha pessoa devido à propaganda que venho fazendo da empresa na maioria dos meus textos. Eu mereço… O fato é que em menos de 3 horas de viagem eu, meu “namorido” Tobias e uma amiga (Amanda Siems) muito querida que também é brasileira, chegamos em nosso destino com todo o conforto e privacidade, que teve fim assim que saí da estação e fui pegar o Vaporetto (como uma balsa) para chegar até a região da Praça San Marco e então chegar no hotel. Como a cidade é rodeada de canais os vaporettos são inevitáveis e superlotados, onde todos ficam de pé, um coladinho ao outro sem apoio para as mãos e com as malas entre as pernas. A parte boa é que mesmo a balsa se movendo e balançando você não corre o risco de cair porque os “coleguinhas” ao lado vão escorar você e fazer uma parede humana, ou seja, não existe espaço para se levar um tombo. O trajeto da estação até a Praça San Marco dura em cerca de 40 minutos ou até um pouco mais, o valor do bilhete único que tem a duração de 60 minutos é em torno de 7,00 euros por pessoa, e também existe a opção de um bilhete valido por 24 horas com o valor de 20,00 euros que te dá o direito de visitar outras ilhas ou cidades bem próximas. Se o plano é usar o transporte mais de 2 vezes ao dia vale a pena, pois os únicos modos de passear pela cidade são gondolas, vaporettos, barcos, lanchas e a pé.

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O hotel que fiz a reserva se parece com uma pensão pequena, porém muito arrumadinha, com instalações novas e de muito bom gosto, faz bem o estilo da cidade. A localização é perfeita, muito central e perto das principais atrações turísticas de Veneza. Fiz a reserva pelo booking levando sempre em conta o menor preço e a localização e tive mais uma vez tive sorte. O nome do hotel é: Hotel e Residenza San Maurizio e tem minha avaliação positiva, com excessão do café da manhã que é muito fraquinho e é pago à parte pelo valor de 10,00 Euros por pessoa. É muito mais negócio andar 50 metros, chegar até uma lanchonete de esquina e pedir um salgado que mais se parece com uma pizza enrolada como um rocambole de massa ultra fina, que é na mesma hora esquentado na chapa. É dos deuses e vai fazer você pensar em comida só dali 5 horas, porque sustenta, caso encontre esse rocambole salgado assim como descrevi, de nome “arrotolata”, experimente. Vai agradecer depois porque as calorias serão queimadas no decorrer do dia pois anda-se muito a pé. Lembrando que perto do hotel também temos uma boa gelateria e um ótimo restaurante típico, tudo calculado para que você se alimente muito bem, afinal, estamos na Itália.

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Ter um mapa ou seguir o gps é ótimo e ajuda a encontrar os pontos principais mais rápido, mas mesmo que você saia andando sem rumo pela cidade já será perfeito, porque tudo é interessante e você pode encontrar lugares mais “exclusivos” sem muitos turistas. Fiz essa “proeza” durante a noite, e foi ótimo, porque já estava mais fresco e deserto, foi aí que eu realmente “desbravei” os cantinhos da cidade e tirei lindas fotos em pontes, becos e também na praça San Marco que já estava um pouco vazia, tanto que tive a ideia de tirar uma foto deitada no chão da praça, isso mesmo, não pensei na sujeira do chão ou nos curiosos que ficaram olhando (alguns até fizeram igual…) e fiquei ali parada igual uma múmia por mais de 60 segundos sem respirar direito, para que conseguisse o efeito de parecer estar completamente sozinha naquele lugar lindo e ter a catedral como um plano de fundo só para mim. Foram algumas 3 ou 5 tentativas mais acabou dando certo, “tudo pela arte” … e o resultado pode ser visto abaixo na galeria de fotos. No próximo texto falo mais sobre os lugares que conheci.

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